olá queridos professores, achei a reportagem interessante e despertará curiosidade nos alunos que certamente buscarão mais informações sobre o assunto.
abraços, professora magali
CIÊNCIA/CLIMA -
abraços, professora magali
CIÊNCIA/CLIMA -
Artigo publicado em 03 de
Julho de 2013 - Atualizado em 03 de Julho de 2013
Condições
climáticas extremas fizeram 370 mil mortos na 1ª década do século 21, diz ONU
Imagem captada via satélite do furacão Sandy, que
atingiu o Caribe e a costa leste dos EStados Unidos em agosto de 2012.
AFP PHOTO / NASA GOES PROJECT/
03/07/2013 - CIÊNCIA/CLIMA
A primeira década do século 21 foi marcada por uma
aceleração do aquecimento global e a multiplicação de condições climáticas
extremas que fizeram um total de 370 mil mortos, segundo um relatório da
Organização Meteorológica Mundial (OMM). A agência da ONU indica que o número
de vítimas dessas ondas de calor (em 2003 na Europa e em 2010 na Rússia),
furacões (Katrina nos Estados Unidos em 2005) e ciclones (Nargis na Birmânia em
2008) aumentou 20% em relação à década precedente (1991-2000).
Tornado causou destruição em Taquarituba, diz
meteorologia
Nuvem funil tocou
o solo no domingo (22),
Os ventos fortes
derrubaram a cobertura de um posto de combustíveis, arrancaram árvores e
causaram vários acidentes de trânsito. O terminal rodoviário da cidade ficou
totalmente destruído. Até os silos de armazenagem de grãos foram danificados.
Parte da cidade ficou sem energia elétrica e, na zona industrial, houve
vazamento de combustível.
Segundo a meteorologista, o rastro de destruição também confirma
a ocorrência do fenômeno. “Como não há nenhuma estação meteorológica na região,
não é possível aferir qual foi a velocidade dos ventos, temos que trabalhar com
estimativas. O que sabemos é que foi um fato isolado, porque nenhuma outra
cidade da região foi tão afetada”, diz.
indícios vistos tanto pelo mapa meteorológico quanto pelas
fotos e vídeos divulgados na mídia apontam para a ocorrência de tornado na
cidade. No entanto, o fenômeno ainda preciso ser avaliado por ser muito raro”,
explica Fábio Rocha, meteorologista do Instituto Nacional de Pesquisas (Inpe).
Classificação de um tornado
Segundo Fábio, a ocorrência do fenômeno depende de vários fatores. "A formação do tornado depende de uma condição atmosférica intensa e de nuvens de tempestade. Existe uma escala que vai de 1 a 5, sendo 5 o extremo, com a velocidade de 400 km/h, que pode até passar disso. Os registros que temos no Brasil são de tornados de categoria 1, ou seja, não tão intensos. Apesar dos registros, é difícil fazer uma previsão de velocidade pelo fenômeno ser muito rápido e difícil de avaliar, explica Fábio.
Segundo Fábio, a ocorrência do fenômeno depende de vários fatores. "A formação do tornado depende de uma condição atmosférica intensa e de nuvens de tempestade. Existe uma escala que vai de 1 a 5, sendo 5 o extremo, com a velocidade de 400 km/h, que pode até passar disso. Os registros que temos no Brasil são de tornados de categoria 1, ou seja, não tão intensos. Apesar dos registros, é difícil fazer uma previsão de velocidade pelo fenômeno ser muito rápido e difícil de avaliar, explica Fábio.
Segundo a meteorologista Zildene Pedrosa, do Ipmet, São
Paulo recebeu uma frente fria vinda do sul do país, que, em contato com a onda
de calor que estava sobre o Estado, provocou muita chuva no sul e sudoeste,
atingindo a região de Itapeva, Itapetininga e Taquarituba.
A previsão do tempo para o domingo (22) informava sobre a
chegada desta frente fria à região, mas o tornado não era esperado. “Aqui no
Brasil não temos aparelhagem para prever esse fenômeno. Se nos EUA, onde isso
ocorre com frequência, já há uma certa dificuldade para anteceder a ocorrência
de tornados, no Brasil, então, é praticamente impossível”, diz a meteorologista
da Somar.
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Vendaval deixou rastro de destruição em Taquarituba (Foto:
Marciele Rodrigues/Arquivo pessoal)


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